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07 outubro 2009

Um pião? Nem por um tostão

Eu tenho um pião,
um pião que dança.
Eu tenho um pião
aqui na minha mão.
Gira, que gira o meu pião.
Eu não to dou nem por um tostão.


É impressão minha ou esta canção está a sugerir aos mais pequeninos que não devemos partilhar os nossos brinquedos e, pior ainda, está a destruir o nosso espírito empreendedor? :-)

10 outubro 2007

Satisfação no trabalho

Nada me dá mais prazer do que terminar um projecto e saber que o cliente ficou satisfeito. Bem, pensando bem, há algo que me dá mais prazer: acabar um projecto, saber que o cliente ficou satisfeito e eu estar também satisfeita com o meu trabalho e com o resultado final.

12 julho 2007

O crime compensa

Hoje o meu colega Lars contou-me hoje uma história bastante engraçada que resolvi partilhar.
Durante o lançamento de um dos seus livros, Ian Rankin deslocou-se a uma livraria onde o conhecido autor escocês de policiais assinou as cópias compradas por quem teve a paciência de esperar na fila.
Quando chegou a vez do meu colega, Rankin perguntou-lhe que dedicatória deveria escrever. O Lars respondeu "Crime pays".
Rankin olhou para ele e perguntou se ele acreditava nisso. "No seu caso parece ser verdade, não acha?"
Rankin acabou por escrever na dedicatória "Crime fiction pays".

13 junho 2007

Sem tempo a perder

Li hoje um blog post muito engraçado da Bev Trayner. É sobre as pequenas coisas que apreciamos nos outros porque nos ajudam a ganhar tempo ou a não gastar mais tempo do tempo que não temos.
Também eu me sinto incapaz de encontrar tempo suficiente para executar as coisas que tenho em mãos e os imensos projectos que tenho em mente. Também eu, Bev, gostaria que as pessoas que me rodeiam fossem assim como descreve...

29 outubro 2006

25 horas

Hoje o relogio andou para tras. "Uma hora extra para dormir", pensei eu toda contente. Mas depois comecei a pensar:
- no desespero de quem faz turnos 'a noite e que teve de trabalhar uma hora extra;
- nos gemeos que nasceram, em que um nasce depois do outro mas aparece registado com uma hora mais cedo; e,
- nos dados estatisticos que alguem ira demorar a entender.

Pernas para que vos quero?

O meu marido foi hoje correr uma corrida de 10km a favor da The Rainforest Association. E' o terceiro ano consecutivo que ele participa nesta corrida e eu faco questao de ir assistir para dar apoio moral. Apesar de ja' saber o que me espera, sempre que vou fico admirada com a quantidade de pessoas que, pura e simplesmente, fazem a corrida... a andar.

Uma frase muito ouvida em competicoes e' "o que interessa e' participar" mas tudo tem limites, certo? Se aquilo e' uma corrida, porque e' que as pessoas vao para la andar? Se sabem que nao sao capazes de correr 10km, porque se inscrevem?

Se o fazem para ajudar a The Rainforest Association, podem doar o valor da inscricao directamente 'a organizacao sem terem de passar vergonha.
Se o fazem para se auto-motivar, penso que demorar o triplo do tempo dos vencedores e fazer a organizacao da corrida ficar la' 'a espera, nao deve servir de muito encorajamento.
Se o fazem porque sempre e' mais divertido participar numa corrida do que ir ao parque apenas para fazer o seu jogging matinal, por favor...
Se o fazem para poder dizer que participaram e verem o seu nome na lista oficial, devem-se esquecer que os tempos tambem la aparecem.
Se o fazem para aproveitar as vistas do parque onde a corrida decorre (este ano no Regent's Park), esquecem-se que podem passear no parque, de borla, 365 dias por ano e sem precisarem suar.

Todos os anos me questiono sobre isto. Este ano, porem, e apesar das questoes ainda nao estarem respondidas, ouvi uma conversa que me fez pensar noutra hipotese.

Quando nos vinhamos embora, uma senhora, que acabara de participar na prova, comentava com um senhor "Ja' imaginaste chegar em ultimo e ja' nao haver saquinho de prendas?"

Eu nao queria acreditar! Primeiro porque, se eu chegasse em ultimo, num grupo de tantas centenas de pessoas de todas as idades, ia ter uma preocupacao bem maior: a vergonha! Segundo, porque o saquinho de prendas a que ela se referia continha uma caixa-amostra de cha, um frasquinho de mel, um saquinho de passas, e uns folhetos promocionais.

De qualquer forma, fiquei a pensar se, 'a minha lista de hipoteses, deveria acrescentar a de as pessoas se inscreverem na corrida, mesmo sabendo que nao conseguem correr o percurso, para receberem o saquinho das prendas.

20 outubro 2006

Flocos de Neves

"Flocos de Neves": uma laracha com o meu nome mas também uma tentativa de metaforizar aquilo que pretendo que este blog seja. Um conjunto de textos, que lentamente vão sendo lançados, e que, embora individualmente insignificantes, no conjunto criam um todo bonito. Além disso, foi também o desenho dos flocos de neve que me inspirou, pela forma como se ramifica criando teias numa rede que se torna bem maior do que o seu centro.

Aqui tentarei partilhar as minhas observações, as minhas ideias, as minhas opiniões, e as minhas divagações sobre o mundo que me rodeia.

Claro que não deixarei também de falar das áreas que, profissonalmente, me apaixonam: gestão de conhecimento, aprendizagem organizacional, mudança cultural e inovação.

Não sei se vou escrever todos os dias. Não sei se precisarei de me controlar para não passar o tempo a escrever. Não sei se vai ser fácil partilhar com o mundo os pensamentos que, geralmente, partilho com quem convivo. Mas não há nada como experimentar, certo?